
Desde 2000, quando o triatlhon foi incluído no programa olímpico, nunca um campeão mundial no ano anterior às Olimpíadas conseguiu vencer a competição. Alistair Brownle acabou com essa sina e venceu a prova da modalidade em Londres. O britânico dividiu pódio com seu irmão Jonathan, que foi terceiro, e o espanhol Gomez em segundo, depois de terminar em quarto em Pequim
Depois de avançar para a semifinal olímpica na 14a colocação, o brasileiro César Castro acabou eliminado na tentativa de passar para a final. O brasileiro de 29 anos somou 388.40 pontos e ficou em 17o lugar, a cinco posições e 53.25 pontos da classificação para a final, que seria inédita para o saltador que faz em Londres sua terceira participação olímpica
Na volta do intervalo, o Brasil não conseguiu manter o mesmo ritmo e encontrou uma Noruega muito mais fechada na defesa. O resultado disso foram dez minutos sem a seleção brasileira fazer sequer um gol. A ansiedade do Brasil em quadra ficou muito clara pelo alto número de contra-ataques que proporcionaram as adversárias – ao todo foram dez. Aos 25 minutos do segundo tempo, as norueguesas empataram a partida e, com a boa atuação da goleira Grimsbo, viraram
Não se pode tirar o mérito do time brasileiro, pois a vitória foi merecida e incontestável (pelo menos para o colunista que vos escreve). Mas vale deixar uma observação que a França entrou com protesto no COI contra o resultado da partida. Com esses resultados teremos um Brasil x Argentina e França x Espanha nas quartas. Como disse Varejão em uma das suas entrevistas: “quem quer ser campeão não pode escolher adversários”. Que venham os hermanos
Terça-feira é dia decisivo para handebol, vôlei feminino e vôlei de praia. A seleção de handebol atuou muito bem na primeira fase e terminou em primeiro lugar no grupo A, mas pega a fortíssima Noruega, campeã mundial e olímpica. Já o vôlei, do lado oposto, ficou em quarto e pega a fortíssima Rússia às 11h. Já no vôlei de praia tem as duas semifinais das duplas brasileiras que seguem no torneio, Emanuel e Alison e Juliana e Larissa
Depois de um ciclo olímpico complicado, Isinbayeva chegou a Londres para fazer história, depois de demonstrar alguma recuperação desde o final do ano passado para cá, quando venceu o Mundial Indoor. Não deu. A bicampeã olímpica saltou para buscar mais um ouro e se tornar a primeira tricampeã olímpica do atletismo, mas esbarrou na norte-americana Jennifer Suhr, na cubana Varisley Silva e na marcação de 4,75m, que não conseguiu superar
Dia histórico para o boxe brasileiro. O pugilista Esquiva Falcão, da categoria até 75kg, confirmou o favoritismo e venceu o húngaro Zoltan Harcsa pelas quartas de final, garantindo ao menos a medalha de bronze ao avançar para a semifinal. Ao final da disputa, Esquiva fez mais uma vez o T em homenagem ao pai, Touro Moreno, também pugilista. O resultado se junta à vitória de Adriana Araújo, que também garantiu medalha ao passar para as semifinais da categoria até 60kg
Arthur, até o ano passado, quando foi prata no Mundial, tinha uma série com nota de partida 6,5. A excelente execução que ele tem nesse aparelho fazia com que ele tivesse chances de pódio. Mas para o ouro ficava difícil, já que os principais rivais tinham nota de partida mais alta. Esse ano, no Meeting Internacional, em São Bernardo, ele apresentou uma série com nota de partida 6,8. Manteve a execução antiga e conseguiu um 15,950
O dueto brasileiro do nado sincronizado, formado por Lara e Nayara, encerrou a participação em Londres na 13a colocação, ficando a uma posição da final e repetindo o desempenho de Pequim. As duas somaram 174.100 pontos, nota inferior aos 177.600 pontos alcançados no Evento Teste, também realizado em Londres, em abril
A pugilista Adriana Araújo garantiu, nessa segunda-feira, mais uma medalha para o Brasil, no boxe feminino. Ela venceu a adversária marroquina por 16 a 12, dominando a luta em todos os quatro rounds, e avançou para as semifinais. Adriana enfrentará a vice campeã mundial Sofya Ochigava, que venceu a brasileira nas quartas de final do Mundial