
Missy venceu o 200 livre e o 200 costas nadando as duas em menos de 10 minutos, e com tempos fortes para a temporada. No livre, Missy ganhou fácil com 1’57”69, e depois colocou 5 segundos sobre a segunda colocada no costas. Adrian, que ficou de fora do 50 livre nas Olimpíadas após ser terceiro na seletiva, venceu a prova em Austin com 21”70, marca expressiva para o início do ano
Na Austrália, noite do dia 18 de janeiro. James Magnussen nada para 48”36 no 100 livre e vence o Super Series, competição realizada em Perth. Nos EUA, também na noite do dia 18 – mas com 12 horas de diferença, graças ao fuso horário – Nathan Adrian nada para 48”32 no GP de Austin, primeira grande competição norte-americana da temporada.
Nasci em 1988, mesmo ano que a Gabriella Silva. Quando tinha 13 anos, idade em que começam os brasileiros absolutos, eu nadava borboleta. Assim como ela. Mas não que nem ela: desde sempre, a Gabi destruia na piscina. Eu fui apenas 10a naquele brasileiro infantil 1 de Belém onde ela já foi campeã ou vice. Não lembro direito, mas sei que ela já fazia 1’05 ou 1’06. Era lindo ver ela nadando borboleta.
Pequim, 2008. Quando subiu na baliza para fechar o revezamento 4×100 livre norte-americano, Jason Lezak carregava com ele duas participações olímpicas, quatro medalhas no total. Com 32 anos e 8 meses, era o segundo mais velho dos 32 nadadores presentes na épica prova. Épica pelo que ele faria dentro de alguns segundos. Para ser mais exato, em 46 segundos e seis centésimos.
Nos EUA, nadadores comparem à premiação do Globo de Ouro; na Austrália, revelação japonesa de 14 anos e destaques do Victoria Open Championship. No Brasil, franceses treinam no Botafogo enquanto Sarcelles sedia meeting com medalhistas olímpicos. Para finalizar, vídeo de Michael Phelps competindo com apenas 11 anos
Fazer promessas após ser campeão olímpico é uma coisa. Cumprí-las é outra. O húngaro Daniel Gyurta, campeão no 200 peito em Londres com recorde mundial, foi até a Noruega entregar uma réplica de sua medalha de ouro à família de Dale Oen. O norueguês, um dos favoritos nas provas de peito em Londres, morreu tragicamente em maio do ano passado.
Depois de fechar patrocínio com a Arena por 8 anos, quebrando a exclusividade de três décadas com a Speedo, a USA Swimming anunciou premiação em dinheiro para o tradicional Grand Prix Series. Na Dinamarca, a campeã mundial do 100 livre Jeanette Ottensen Grey quebrou o pé enquanto praticava jiu jitsu.
Em reportagem recente de Nick Hope, da BBC, Thorpe disse ao repórter que ainda tem uma vida na piscina e afirmou que não teve tempo suficiente para se preparar para a seletiva para Londres. Novamente, Thorpe ressaltou como sua relação com o esporte melhorou. “Eu voltei a gostar de treinar, gosto de entrar na piscina e nadar até que sinta que não tenho mais nada para tirar de mim”, disse o australiano, maior ídolo da natação do país.
Inspirada pela lista elaborada pelo sempre impecável Mike Gustafson, coloco aqui os dez momentos que mais me marcaram na natação este ano. Não são necessariamente os melhores resultados ou os mais expressivos, mas os que mais me tocaram de alguma maneira:
A CBDA anunciou ontem mais dois casos de doping na natação brasileira. Diego Prado, que havia se classificado para o Mundial de Istanbul, foi pego com estanozolol, enquanto Leonardo Sumida foi pego com maconha. Os dois testaram positivo no Open de Guaratinguetá e abriram mão de fazer a amostra B, sinalizando que acatam a decisão da entidade. O primeiro tomou dois anos de suspensão, enquanto Sumida foi punido por três meses.